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29-Nov-2019 17:17 - Atualizado em 29/11/2019 17:43

A importância do acompanhamento da geração de resíduos e efluentes industriais

novembro2019, imprensa,
Foto: shutterstock
A destinação correta  e o tratamento de efluentes são exigências para empresas geradoras, dependendo da atividade exercida, tipo de efluente gerado e da disponibilidade de rede coletora. Ao analisarmos esses itens, temos um número considerável de empresas que precisam estar atentas às exigências de uma gestão adequada para estarem em dia com a legislação, garantindo o bom funcionamento de suas operações.

Nesse aspecto, tão importante quanto a opção pela destinação é a comprovação formal do tratamento que deve ser feito de forma segura e definitiva. Portanto, é papel do gerador fazer o acompanhamento dos processos por meio de procedimentos que comprovem sua regularização.

Assim, não apenas se garante a imagem positiva do negócio junto aos clientes e à opinião pública, como a empresa se torna isenta de multas e problemas jurídicos. Além disso, a boa administração contribui para uma abordagem estratégica, pois as questões ambientais tornam-se oportunidades para obtenção de diferencial competitivo.

Para garantir que os resíduos e efluentes sejam identificados, controlados e destinados de forma correta, além de evitar processos por crimes ambientais em função de leis federais, são necessárias algumas etapas, conforme determinado na Resolução 357 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) e normas estaduais. Entre elas:

Identificação

A partir da identificação dos tipos de efluentes ou resíduos gerados, que podem ser classificados como resíduos classe I ou resíduos classe II, é possível traçar um plano de gestão eficiente. 

Os resíduos de classe I são aqueles considerados perigosos, em função de suas propriedades físico-químicas e infectocontagiosas, que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente. Podemos citar, por exemplo, latas de tinta, óleos minerais e lubrificantes, graxas, produtos químicos, borra de chumbo e EPI's contaminados.

Já os resíduos de classe II são divididos em dois grupos: não inertes e inertes. Enquanto os primeiros têm baixa periculosidade, mas ainda assim apresentam riscos de reagirem quimicamente em certos meios (matérias orgânicas, papéis, vidros e outros), os inertes possuem baixa capacidade de reação e podem ser dispostos em aterros ou reciclados (entulhos, sucata de ferro e aço).

Controle

O controle do volume de efluentes ou resíduos gerados implica diretamente nas opções de tratamento. Uma das alternativas utilizadas com essa finalidade é a instalação de equipamentos específicos chamados medidores de volume de esgoto, que aferem, indicam, totalizam e registram, de forma cumulativa e contínua, o volume dos efluentes líquidos por períodos pré estabelecidos. 

Destinação

A destinação correta dos resíduos e efluentes industriais vai além de evitar multas e autuações por parte dos órgãos ambientais. Os resultados refletem na preservação ambiental e na imagem das empresas perante o público.

Nesse aspecto, a gestão deve seguir um planejamento que aponte soluções mais adequadas para armazenagem, coleta, transporte, tratamento, reaproveitamento (quando possível) e destinação final. Para atingir o objetivo é importante contar com o auxílio de empresas especializadas, que podem direcionar todas as etapas que envolvem o tratamento de efluentes.

Pensando na importância do acompanhamento da geração e destinação adequados, a Tera criou a Calculadora de Resíduos, uma ferramenta exclusiva que disponibiliza estimativas do volume de Resíduos de Restaurantes, Efluentes Sanitários, Efluentes Industriais e Chorume gerados pelas empresas a partir de dados básicos. Desse modo, a tomada de decisão torna-se mais assertiva, contribuindo para os bons resultados do negócio.

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